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terça-feira, 11 de junho de 2013

Torna-te um bicho, ou uma bicha low cost, em 90 dias!


Se és um "puxa ferro", um corredor, um rato de laboratório, ou simplesmente um langão, acabou-se a preguiça dos dias em frente ao televisor, a coçar a micose que não tens!
Em tempos de aperto orçamental aí em casa, e sendo os ginásios locais que nem todos adoram, por serem muito monótonos, descobri a melhor forma de te apresentares numa estampa física saudável e invejável. Mas este é um segredo só nosso, porque afinal vais ser o único a treinar desta forma (ou não).
Tens televisão, um dvd ou pc? Então não tens desculpa. Sem saíres de casa e da frente do ecrã é possível fazeres exercício com os melhores lutadores de MMA.
Com o pack de 13 dvds "Tapout XT", vais, diariamente, poder seguir à risca os ensinamentos de um dos melhores PT's do mundo do MMA (Mike Karpenko de 45 anos), e assim, através de um plano de treinos de 90 dias, obteres aquela silhueta que nunca imaginas-te conseguires.
A força de vontade é aquele "click" que tu tens que dar a ti próprio, e este é o estímulo que muita gente precisa: ter um PT em casa de borla.
Se mesmo assim não te sentes suficientemente motivado, experimenta juntar uns amigos ou amigas para que iniciem todos este plano. Vão ver que assim é bem mais fácil.
E a contar pelos exemplos de sucesso que nos mostram o seguinte trailer, a força de vontade é mesmo um dos maiores poderes da mente de um ser humano. Vejam:


Tenho a dizer que só tive conhecimento deste tipo de treino muito recentemente, e já estou com aquele bichinho de que toda a gente falava acerca dos dvds. Pode mesmo tornar-se um vício!
Um dos pontos mais positivos deste tipo de treino, é que precisas apenas de um colchão de ginásio e de um elástico desportivo, o que torna isto muito mais em conta que um ginásio. Fazendo as contas, ficas com um ginásio em frente à tua TV por, mais ou menos, 30 euros.
Eu a pensar que estava um "bicho" fisicamente, e ao fim de 15min deste treino, ia morrendo! Mas estou longe de me render.
Ainda agora começou...
Meninos e meninas vá lá, mexam-se!

Boa dica deste Barão, ou não? 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Um dia foste Portugal a cores


Hoje é dia de Portugal não é?
Quando acordei e fui à varanda, lembrei-me logo desse facto.
Ora, da minha parte, Parabéns Portugal! 
Parabéns por teres sido um país fantástico, por teres sido demasiado simpático durante décadas, pela tua história de conquistas, pela tua cultura regada com fados e dilemas do povo, pelas maravilhosas praias e campos, por teres sido um local ideal para se fazer crescer os filhos, por seres dos países mais atractivos do mundo. Por teres sol, chuva, frio, calor, vento, marés. Pela tua maravilhosa gastronomia, pelo teu relacionamento externo, por seres um cantinho pacífico. Pacífico que é o teu povo, linda que é a tua gente, simples que são os teus costumes, heróica que foi a tua infância, e brava que foi a tua adolescência. 
Pareces nunca envelhecer, porque à velhice nunca chegarás antes de morrer...
Cresci contigo, a ver-te ao vivo e a cores. Hoje, passados 27 anos, vejo-te a preto e branco, caído e moribundo. Eras tu quem eu queria para minha pátria amada, mas a doença é grande e corroí-te a alma. 
Hoje, és um país cinzento, sem as tuas habituais cores de esperança. Algo que a minha visão teima em não me fazer esquecer todos os dias. Hoje que fazes anos, foste abusado, mal tratado, aproveitado, violado... Hoje, choram-me os olhos como quem olha para um sol sem luz. Os teus olham-te com desconfiança e descrédito, ansiando por uma fuga anunciada. 
Que pena Portugal, quem te fez isto? Nós sabemos, eles estão bem. Um dia deste tu morres e eles ficam. 
E olha que esse dia não está muito longe, porque a ver pelas estatísticas, estás a ficar, cada vez mais, sozinho, como quem caminha para o seu último dia. Os teus filhos, que tinham tanto orgulho em ti, a cada dia, deixam-te sem olhar para trás... 
Tinhas tudo para dar certo, mas como "quem não sabe é como quem não vê", tudo isto que acabei de escrever pode passar-te ao lado Bom Portugal. É apenas uma humilde dedicatória de um simplório teu filho que te olha, cada vez mais, como padrasto.

Não estou desiludido contigo porque sei que não tens culpa da cor pálida que apresentas, da apatia em que caís-te, do vegetal em que te tornas-te.
Não fiques triste, podes ter a certeza que vou contar aos meus filhos e netos o quão grande país tu eras.
Oh Portugal, mas a falta de cor é tanta que dia apagam-te a luz e  somente ficamos com a tua sombra na tela...


sábado, 8 de junho de 2013

Long Live Rock 'n' Roll nº30


Ontem foi daquelas noites para mais tarde recordar.
A casa cheia de pessoas amigas, com um belo manjar na mesa e várias dezenas de minis à mistura. Isto sim, é viver!
Como uma noite assim acaba sempre madrugada dentro, e copo atrás de copo, as conversas são como as cerejas, nada mais era de esperar do grupo que se juntou que não uma acesa e regada conversa sobre música. Mais nomeadamente, rock 'n' roll, claro está!
Muitas foram as bandas das quais se falaram madrugada dentro, e no fim, a conclusão de um debate sobre este tema acaba por ser sempre a mesma: gostos não se discutem, mesmo quando o objecto é o mesmo...
Contudo, cheguei a casa com a sensação de que me tinha esquecido de apimentar aquela conversa com qualquer coisa que pairava no meu subconsciente. E no momento de lavar os dentes, lá estava ele, o tema que iria fazer com que tal debate durasse, pelo menos, mais umas horas: O novo álbum de Black Sabbath!


Portanto, este espaço hoje serve, não só para prestar o meu tributo aos pais do Metal, mas sobretudo para tirar o chapéu ao novo registo da super banda: "13".
Formada em Birmingham, Inglaterra, em 1968, a banda Black Sabbath foi a pioneira em lançar as fundações do heavy metal que assaltou a música popular nos anos 1970 e 1980. A maneira diferente de tocar (som cru, pesado, com letras mais fortes) abordando temas místicos tornaram-se o modelo para inúmeros grupos que se seguiram.  O seu álbum homónimo de 1970 continua a ser um dos mais inovadores e influentes da história do rock. 


O quarteto composto por Ozzy Osbourne (vocalista), Tony Iommi (guitarrista), Geezer Butler (baixista) e Bill Ward (baterista), inicialmente chegou a chamar-se Polka Tulk e mais tarde Earth. Tomaram de assalto o circuito de bares e clubes da sua cidade natal, com muita energia, blues e rock. Companheiros de escola e vizinhos em Birmingham, o grupo ganhou muitos seguidores em Inglaterra e em 1969 mudaram o seu nome para Black Sabbath. O novo nome espelhava a imagem escura, pesada e mística da banda, o seu gosto por temas sobrenaturais, além de ser o nome de um filme de terror e magia negra, do qual o baixista Geezer Butler era grande fã.

Ainda em 1969 entraram em estúdio para gravar o seu primeiro disco. O álbum "Black Sabbath" chegou ao Top 10 dos charts britânicos, onde permaneceu por três meses e valeu à banda um grupo de fãs fervorosos em ambos os lados do atlântico.

Quase 50 anos volvidos, já este ano, e depois de um longo interregno, o sonho de Ozzy tornou-se realidade e a banda voltou para gravar mais um álbum (13). Tornando assim real a possibilidade de mais uma tour mundial. Por tudo isto, e a juntar a debilidade física de alguns dos seus membros, os fãs da banda esperavam algo receosos sobre o que a banda tinha para apresentar passados tantos anos, porque a responsabilidade era gigante.
Esta semana foi passada a ouvir o "13", e a crítica não podia ser melhor. Que malha de álbum! Os Reis dos riffs estão de volta mais forte que nunca! Esta banda renasceu das cinzas mais saudáveis que nunca! Também se fazem obras de arte quando se está sóbrio! 
Resta saber se ainda têm pujança para uma tour mundial. Pois sempre foram conhecidos pelos seus concertos intensos.
Deixo-vos uma amostra do "13" (fica à vossa consideração):


Quem sabe nunca esquece, e é bem verdade. Ponham os ouvidos nisto rapazolas das bandas de garagem, têm tanto que aprender com isto.







quinta-feira, 6 de junho de 2013

Festa para mim só na...capital!


"Lá vai Lisboa de arquinho e balão..."
Até que enfim que a minha terra emprestada dá sinais de vivacidade simplória.
Durante todo este mês de Junho, e como todos os anos, a festa instala-se por toda a cidade de Lisboa. Dos bairros mais tradicionais da cidade, aos mais finos. Por isso, pobres e ricos encontram-se para comer umas sardinhas, e umas bifanas sem olhar a meios, quebrando todos os tabus que possam existir. 
Noites bem regadas é o que se adivinha. E os espaços nocturnos da capital só saem a lucrar com isso, pois, de uma forma mais informal, e até em alguns casos, pimba aproveitam o andamento nocturno da cidade!
Agora mais formal:
Todos os anos, a partir do começo da primavera e até ao começo do outono, Lisboa inteira vira festa. Celebrações que além de diversão, pretendem motivar a reflexão sobre a importância das raízes culturais, dos rituais e da convivência. Os pontos altos são as comemorações dos dias Santos, especialmente o dia 12 de Junho, dia de Santo António, padroeiro da cidade.
Muitas actividades são realizadas na rua, como festivais de teatro de fantoches, concertos, desfiles, e as famosas "marchas" de cada bairro, entre outras. Os lugares emblemáticos da cidade também recebem espectáculos, como a Festa do Fado que tradicionalmente acontece no Castelo de São Jorge, ou os Festivas de Cinema, que se realizam no Cinema São Jorge.
Muito resumidamente é isto. Para mais informações, clica no seguinte link, e vê todas a tuas dúvidas ir por água a baixo.
Agora fala o Barão conselheiro: Se estás a pensar ir aos santos, esquece o carro, esquece o metro, esquece os autocarros, e tenta um táxi (bem mais precioso e raro numa noite como esta), senão arriscas-te a chegar a casa no outro dia de manhã, desidratado e sem solas dos sapatos...
Pelo menos foi assim a minha única experiência de noite de Santos até hoje. Sabem o que é ir a pé, depois de umas valentes horas em cima de ti próprio, do Castelo a Xabrégas, às 5 da manhã, onde finalmente descobri um táxi disponível? 
Não desejo isto ao pior inimigo...mas festa é festa! 


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Aaahh, afinal sempre existem seres humanos com 6 patas...


Hoje em dia, com o bom tempo por aí a dar sinal, o que mais se vêem nas ruas são casalinhos de namorados banhados em litros de amor. Talvez tenham acordado do longo inverno, da sua hibernação anual.
O bom tempo é por isso, sinónimo de amor no ar, a ver pelas ruas de Lisboa. Juro que nem sabia que existiam tantos namorados...
Mas eles tão aí para que toda a gente os veja, afinal saem à rua para serem vistos...
E depois existem aqueles casais que adoram interagir com tudo o que os rodeia: pessoas, animais...e principalmente sistemas de regas!
É verdade, em mais um passeio com o Sushi aqui pelo Parque Expo, a certa altura, houve um dos enumeros pombinhos que decidiu, depois de estarem a interagir intensamente com a relva banhada por uma sombra, interagir com o Sushi. Algo que não foi nada fácil como irão perceber mais à frente neste post. 
Lá se derreteram em elogios, e falinhas mansas, e o eu e o Sushi bem enojados com aquela linguagem amorosa. No final, despediram-se do meu cão com um beijo um ao outro! Coisa linda..."pronto estes tão mesmo dentro da cena do Love" disse para mim.
Segui logo atrás deles com o cão pela trela, e uns metros à frente o mesmo casal decidiu interagir, primeiro, com um repuxo, logo de seguida, com o sistema de rega da relva.
Quando esta última interacção se deu, foi o êxtase total da minha parte! Impressionante número de circo por parte daqueles artistas. Contudo, foi mal sucedido devido à interacção não planeada, mas totalmente perspectivada, com uma poça de lama!
Agora vocês dizem: "mas o que é que isto tem de graça? não estou a perceber nada...". E muito, bem!
Passo a explicar: desde a primeira interacção com a relva, passando pela interacção com o Sushi, e por fim, até à interacção com a poça de lama, tudo foi feito em sistema de seis patas. Ou seja, do mais entrelaçados que pode haver. Lembro-me de confundir braços com pernas e vice-versa. 
Um autêntico quebras-cabeças humano.
Mãos completamente "enózadas" um com um outro, pernas com passadas bem atempadas e sincronizadas de dois em dois passos. Pode ser que seja a evolução do Homem. Uma fusão "homem-mulher" onde passam a respirar por um pulmão único, deter apenas um coração, mas ganham em patas, que passam a 6.
Perfeitamente ridículo.
Malta, não tenho rigorosamente nada contra o tradicional "mão dada". Não uso, mas sinceramente até fica fofo. Agora, casais que passam a ser uma só pessoa por causa da mão no bolso de trás um do outro, da outra mão no bolso da frente, e a que sobra em torno do pescoço, e de alguma coisa mais que se arranje a servir de capote:cúmulo do ridículo.
Gente, torna-se humanamente impossível moverem-se assim, ainda não perceberam? Existem dois cérebros a pensar em rotas diferentes, como o exemplo que presenciei hoje. Um pensou em interagir com o sistema de rega, e o outro, por arrastão, acabou por interagir com a lama. 
Pois é, já viram como acabou aquela tarde que tinha tudo para ser maravilhosamente romântica, por não serem a mesma pessoa? Que pena não é?
E de repente, sei lá, nunca ouvi falar em ladrões de casais "in love". Se bem que não era má ideia, do tipo: roube 1 leve 2!

Alguém uma vez disse que o Amor arrastava as pessoas para o ridículo. Este Barão assina por baixo.




terça-feira, 4 de junho de 2013

A vertente mais deliciosa do sushi - by Chef Barão


Os fãs são cada vez mais, a fome também, o prazer aumenta, a água não para de crescer na boca, e o sushi livrai-nos do mal, ámen!
Este é apenas mais um post sobre esta arte, que se massifica, pelo mundo fora, a cada dia que passa.
Eu como sushiman, perdi um pouco do prazer e vontade que tinha em ingerir sushi, tantas eram as peças de sushi que fazia por dia. Hoje, que já não faço disto vida diária, o meu apetite nipónico parece voltar a ser aquilo que era. Mas o que mudou e não existe forma reversiva é ganhar coragem para ir comer sushi a um restaurante. Aliás, desde que sou sushiman, nunca mais consegui comer sushi feito por outra pessoa, talvez porque já estagiei num restaurante e sei como funcionam as coisas, e para mais, o sushi mexe com alimentos crus, logo todos os cuidados são poucos!
Mas, não ganhem medo por estas minhas palavras.
No entanto, a verdadeira razão de ser deste post prende-se com a minha maior paixão em relação ao sushi, e aquela que passou impune por todas as vicissitudes citadas acima. Pelo contrário, essa minha paixão e desejo continua a crescer, a contar pelos enumeros que comi em 6 dias...quem sabe, uns 20!!
Apresento-vos o meu maior prazer em comer sushi: TEMAKI!


Tradicionalmente, o Temaki (sushi enrolado à mão, ou Temaki Zushi) é tido como a entrada perfeita para uma refeição, e requer pouco trabalho pela parte do sushiman. Mas para mim é muito mais que apenas uma entrada. Pode ser perfeitamente entrada, saída e reentrada. 
Este tipo de sushi, permite ao sushiman elaborar o seu próprio temaki, conforme a sua imaginação gastronómica. A meu ver, é possível fazer um temaki igual a qualquer rolo. O que é extremamente interessante num jantar de amigos, porque o sushiman pode reunir os seus convidados em volta da mesa, com este noum dos topos, e tudo o que precisa disposto à sua frente, indo fazendo temakis à medida que os seus convidados lhe vão pedindo. Tipo discos pedidos, tão a ver!?
Outra grande vantagem é que o sushiman pode fazer a refeição ao mesmo tempo que os seus convidados. E ainda, como é uma coisa que vem para a nossa mão, mais ou menos, de 5 em 5 minutos, não existe aquele perigo dos buffets em que os convidados parecem abutres, enchendo a pança em poucos minutos. O temaki permite uma refeição mais tranquila, mais prazerosa, menos stressante para todos, onde as conversas e a interacção entre amigos é o ponto de referência.
Como este tipo de refeição se faz em círculo, começando numa ponta da mesa e acabando na outra, para depois recomeçar novamente, existem pessoas como eu capazes de virar uns 12!
Deixo-vos um pequeno video demonstrativo de como se faz um temaki. No entanto, devo dizer que cada sushiman tem o seu truque:


Uma dica importantíssima que vos deixo: nunca comam um temaki que já está feito há algum tempo. O temaki é para ser ingerido logo após a sua confecção, pois com o tempo a alga perde aquele estalido ao trincar, tão prazeroso.

Sexta há surpresas para alguns felizardos com bigode!
  

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Beach Season Open Day 2013


Pois parece que foi desta que me estreei, este ano, nas praias portuguesas. Mais concretamente, hoje!
Já não era sem tempo, e por falar em "tempo" foram estes últimos três dias que me encorajaram a arriscar numa daquelas tardes de praia bem tranquilas.
Como normalmente faço todos os anos, as praias que frequento são as da Costa da Caparica. Nem sei bem o porquê de em 6 anos a residir em Lisboa, nunca ter ido a uma praia da linha. Mas sei lá, parece que é mais tranquila a viagem até à Costa, bem como a comodidade de arranjar lugar para o carro, e também para espetar o chapéu na areia. No entanto, não consigo comparar porque nunca fui.
Estreia total também em banho de mar. Ora, pensava que a água ainda não estava aquela espingarda, nada mais errado! A água estava óptima após os primeiros minutos de congelamento dos ossos dos pés. Passado esse período, sem contar com a parte de quando a água chega à "disquete", parecia estar a banhos nas Maldivas.
A sério, o que mais me surpreendeu neste meu início de época balnear foi o óptimo aspecto das águas. Límpidas como nunca as tinha visto por aquelas bandas. O que abre ainda mais o apetite.
De resto, em termos de afluência, parecia fim de semana, a contar pelas largas centenas de banhistas que se estendiam pelo extenso areal, fazendo lembrar um formigueiro. 
Como é normal a um dia de semana, eram os jovens que em maior número se faziam sentir nos areais lisboetas, o que torna o ambiente bem mais informal e juvenil. É como sair à noite, mas em versão topless! Nunca tinha visto tantas maminhas numa praia. Diz que agora é moda. Por isso meninas, vão ficar out? 
Em relação à alimentação na praia, nem vos vou falar de mais nada a não ser sandes de presunto!! Não tenho explicação, mas sandes de presunto na praia tem um sabor 20 vezes superior a qualquer outro sítio. Agora imaginem a quantidade de sandes de presunto que eu ingiro no verão...também só as como quando vou à praia.  (experimentem com um pouco de manteiga...)
Para mim, ir à praia sem sandes de presunto é como comer um bitoque com sardinha.
Admito também, que um dos maiores factores que me levou a ir à praia hoje, foi a estrondosa performance do meu querido Cláudio Ramos no programa Splash, da Sic. Ridículo, tanto o programa como os convidados. No caso do Cláudio, esqueceram-se de lhe explicar que realmente o programa consistia em saltos para a água, daí o seu fracasso. Porque se fossem outro tipo de saltos creio que ele era dos melhores, a par do Castelo Branco. De repente, e passo a expressão, os famosos "saltos de cu para a picha"...

Este Barão mergulha sempre de cabeça. Aliás até já deixou de fazer as tradicionais e machistas "bombas", porque ao que parece, já não são assim à macho!

Bons mergulhos e banhos de sol. Para mim, amanhã à mais...